IA na advocacia e os assuntos que vão dominar a Fenalaw 2026

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A inteligência artificial na advocacia chega à Fenalaw 2026 como pauta de governança, operação e retorno, e não mais como promessa de futuro. A programação do evento, de 27 a 29 de outubro no Transamerica Expo Center, em São Paulo, reserva um auditório por dia para IA generativa, agentes e automação.

Essa virada acompanha o que já acontece nos escritórios, onde a ferramenta chegou à mesa de cada advogado antes de passar pela mesa dos sócios. Como expositores e palestrantes desta edição, lemos a grade inteira para separar o que muda na rotina de uma banca e onde a IA pode virar vantagem percebida pelo cliente.

O primeiro sinal aparece antes mesmo dos painéis, nos números de quem já usa IA sem que o escritório saiba.

Infográfico com o tema “As 3 frentes da IA na advocacia” com seções de Governança (20/10), Operação (21/10) e Retorno (ROI) (22/10), mostrando tópicos como políticas de uso, agentes autônomos, análise de contratos e métricas de impacto.

A inteligência artificial na advocacia vira pauta de governança e resultado na Fenalaw 2026

A inteligência artificial na advocacia aparece na Fenalaw 2026 em três frentes, que são a governança do uso, a operação com agentes e automação e a medição de retorno. A plenária de abertura de 28 de outubro reúne lideranças jurídicas para discutir o que vem depois do entusiasmo e como a tecnologia gera valor real.

Na programação oficial, atualizada em 19 de outubro, essas frentes aparecem assim:

  • Governança e responsabilidade, com painéis sobre quem responde quando a IA erra (27/10) e sobre os limites éticos quando a IA assume o caso (28/10).
  • Operação, com a trilha de IA generativa, agentes e automação ocupando o Auditório 02 nos três dias, incluindo uma masterclass sobre arquitetura de agentes.
  • Retorno, com uma sessão interativa sobre como mensurar o impacto da IA (27/10) e uma sequência de cases de ROI em 29 de outubro.

Marketing, gestão e tecnologia em geral estão reunidos nas tendências da Fenalaw 2026. Aqui, o recorte é a IA dentro da operação do escritório.

Por que a IA deixou de ser novidade nos escritórios de advocacia?

A IA deixou de ser novidade porque o uso já se espalhou pela profissão. Segundo o Relatório sobre o Impacto da IA no Direito 2026, feito por seis seccionais da OAB com Trybe, Jusbrasil e ITS Rio, 77% dos profissionais do Direito usam IA com frequência, contra 55% no ano anterior.

O que muda quando a adoção da IA deixa de ser métrica e vira operação?

Quando a adoção vira operação, a pergunta deixa de ser se a equipe usa IA e passa a ser quais tarefas recebem apoio da ferramenta, com quais dados, quem revisa o resultado e quanto tempo de fato foi economizado.

O relatório Future of Professionals 2025, da Thomson Reuters, mostra o peso dessa diferença, porque organizações com estratégia de IA visível têm duas vezes mais chance de crescer receita com a tecnologia do que as que adotam de forma informal.

Só 22% delas, porém, têm essa estratégia definida. No Brasil, apenas 34% das organizações jurídicas têm orçamento dedicado a ferramentas ou capacitação em IA, o que ajuda a explicar por que tanta adoção acontece por conta própria.

O que é Shadow IA e por que ela gera desperdício nos escritórios?

Shadow IA é o uso de ferramentas de inteligência artificial por profissionais sem conhecimento, aprovação ou controle da organização em que trabalham. No escritório, ela aparece quando cada advogado escolhe a própria ferramenta, paga a própria assinatura e decide sozinho quais informações inserir.

Na cobertura do relatório 2026, cerca de 80% dos profissionais dizem que o uso de IA partiu deles mesmos ou de colegas, e só 8% apontam iniciativa da liderança. Mais da metade das organizações (51%) não tem diretrizes formais de uso.

Fora do Direito, o Work Trend Index 2024, da Microsoft e do LinkedIn, registrou que 78% dos usuários de IA levam as próprias ferramentas para o trabalho. O desperdício costuma vir em três formas:

  • Assinaturas duplicadas de ferramentas parecidas, pagas individualmente e sem negociação conjunta.
  • Prompts e fluxos que funcionam bem, mas ficam no computador de uma pessoa e se perdem quando ela sai.
  • Dados de clientes inseridos em plataformas cujas políticas de armazenamento ninguém avaliou, o que expõe o sigilo profissional.

Esse risco é o que concentra os maiores debates da programação.

Infográfico “O DESAFIO DA “SHADOW IA” NA ADVOCACIA” com dados percentuais: 80% uso por iniciativa dos colaboradores, 51% falta de diretrizes e políticas claras, e 34% ausência de orçamento ou ferramentas oficiais.

Quais debates sobre inteligência artificial na advocacia vão dominar a Fenalaw 2026?

Os debates sobre inteligência artificial na advocacia que mais aparecem na Fenalaw 2026 giram em torno de responsabilidade e rastreabilidade, do uso de agentes de IA e da medição de retorno.

Por que a responsabilidade técnica continua sendo do advogado?

A responsabilidade continua sendo do advogado porque a IA, pelas regras da profissão, é ferramenta de apoio e não substitui o julgamento profissional. A Recomendação nº 001/2024 do Conselho Federal da OAB orienta revisão humana do conteúdo gerado, proteção do sigilo e transparência com o cliente.

Em junho de 2026, a OAB lançou o Plano Nacional de Integração da Inteligência Artificial na Advocacia, que prevê consolidar essas recomendações em um Código de Boas Práticas.

Rastreabilidade é a capacidade de reconstruir como um documento foi produzido, com registro da ferramenta, dos dados, de quem revisou e de quando.

Sem esse registro, o escritório não consegue demonstrar diligência se um erro aparecer depois, tema do painel de 27 de outubro sobre quem responde quando a IA erra.

Como a IA generativa e os agentes de IA estão mudando a rotina das bancas?

A IA generativa já domina a produção de documentos, e os agentes de IA começam a assumir sequências inteiras de tarefas operacionais. Na cobertura do Conjur, 76% dos profissionais do Direito usam IA para elaborar peças processuais.

Agente de IA é um sistema que executa uma cadeia de ações com certa autonomia, como ler uma publicação, identificar o prazo, classificar a urgência e abrir a tarefa no sistema do escritório. Diferente do assistente comum, ele age dentro de um fluxo em vez de apenas responder a um comando.

Por isso a programação fala em arquitetura antes de ferramenta, com uma palestra em 27 de outubro sobre escalar agentes sem sacrificar a governança e um case, no dia 29, sobre agentes que reduziram 80% do trabalho de uma controladoria.

Como medir se a IA gera resultado ou só acelera tarefas?

Medir resultado exige comparar o antes e o depois em indicadores que o escritório já acompanha, como tempo por tarefa, retrabalho, prazo de entrega ao cliente e margem por contrato. Sem essa linha de base, a sensação de produtividade não vira decisão de investimento.

A Thomson Reuters estima que profissionais jurídicos podem liberar perto de 240 horas por ano com IA. O destino dessas horas entra em debate no Aleve Legaltech Summit, em 28 de outubro, em um painel sobre quem fica com o dinheiro que a IA economiza.

Para quem cobra por hora, a conta incomoda, porque a eficiência reduz a receita de quem a conquistou, e qualquer medição depende de dados confiáveis.

Como o conhecimento jurídico se integra aos dados no escritório?

O conhecimento jurídico se integra aos dados quando a experiência do advogado passa a ser registrada de forma estruturada, permitindo consultar e cruzar padrões de decisão, prazo e resultado. A IA só entrega bem sobre dados organizados.

Um case de 29 de outubro, apresentado por profissionais de dados de uma estatal de energia, resume o problema ao afirmar que o maior desafio da jurimetria está na qualidade dos dados, e não no modelo.

Da técnica à estratégia, o que muda para o advogado?

O advogado passa a usar dados para orientar decisões que antes dependiam só de experiência individual. Jurimetria é a aplicação de estatística a informações processuais para estimar tendências, como a chance de êxito em determinada vara ou o tempo médio de tramitação de um tipo de ação.

Com isso, o “acredito que temos boas chances” dá lugar a histórico, faixas de prazo e riscos de casos parecidos, lógica que também mostramos no conteúdo sobre marketing data-driven.

Qual o papel dos profissionais multidisciplinares na inovação jurídica?

Profissionais multidisciplinares fazem a ponte entre o conhecimento jurídico e a operação que sustenta a IA. Entram nesse grupo especialistas em Legal Ops, controladoria jurídica, dados e processos, que traduzem a rotina do advogado em fluxos mensuráveis.

A Fenalaw 2026 trata desse perfil em um case sobre equipes multidisciplinares (28/10) e em um painel sobre quem vai liderar o jurídico (29/10).

Para o escritório pequeno, a lição prática está em nomear um responsável pela operação, com tempo para mapear processos e manter cadastros limpos, porque sem essa função a IA vira mais uma ferramenta subutilizada.

Como transformar a IA em um diferencial percebido pelo cliente?

A IA vira diferencial percebido quando o ganho interno aparece em algo que o cliente sente, como respostas mais rápidas, atualizações previsíveis e relatórios claros. O cliente não enxerga a ferramenta, e sim o efeito dela no atendimento.

O que o cliente enxerga quando o escritório usa IA bem?

O cliente enxerga o resultado em pontos de contato concretos, mesmo sem saber qual tecnologia está por trás. Na nossa leitura, os sinais mais visíveis são estes:

  • Tempo de resposta menor nas dúvidas do dia a dia, sem perder a precisão técnica.
  • Relatórios periódicos que traduzem andamento e risco em linguagem de negócio, tema de um painel da sala PME em 28 de outubro.
  • Transparência sobre o uso de IA no caso, conforme orienta a OAB, o que reforça a confiança.

Por que ser citado pelas IAs também faz parte dessa conversa?

Ser citado pelas IAs faz parte da conversa porque a tecnologia que mudou a rotina do escritório também mudou a forma como o cliente procura um advogado. Muitas pessoas já perguntam ao ChatGPT ou ao Gemini que tipo de especialista procurar.

Esse é o campo do GEO, a otimização de conteúdo para que ferramentas de IA generativa o usem como fonte, cujos critérios detalhamos no guia sobre como ser citado pelo ChatGPT, Perplexity e Google AI.

Em 14 meses de trabalho com uma consultoria ambiental do Paraná, o tráfego orgânico cresceu 812% e as palavras-chave no top 3 do Google aumentaram 806%. A empresa também passou a ser mencionada por IAs em buscas do setor, efeito que vale para qualquer serviço técnico, inclusive o jurídico.

Como preparar o escritório para a nova realidade da IA?

O escritório se prepara organizando o uso que já existe antes de comprar novas ferramentas. Governança vem primeiro porque transforma iniciativas isoladas em processo, e a Fenalaw 2026 é um bom momento para comparar fornecedores com essa base pronta.

Qual o primeiro passo para estruturar a governança de IA internamente?

O primeiro passo é saber o que já está em uso, por quem e com quais dados. A partir desse inventário, a governança pode seguir esta ordem:

  • Levantar todas as ferramentas de IA usadas pela equipe, incluindo as contas pessoais.
  • Definir quais informações do escritório nunca podem entrar em ferramentas externas.
  • Escrever uma política de uso alinhada à Recomendação nº 001/2024, com revisão proporcional ao risco de cada tarefa.
  • Criar um registro mínimo de uso nas peças e pareceres, para garantir rastreabilidade.
  • Nomear um responsável e prever capacitação periódica da equipe.

A política pode ser curta, desde que todos a conheçam e ela seja revisada sempre que uma nova ferramenta entrar na rotina.

Infográfico sobre FLUXO DE GOVERNANÇA DE IA, mostrando etapas numeradas de 01 a 05 para adoção segura e ética da Inteligência Artificial no escritório de advocacia: inventário, classificação, política, registro e responsável.

Quando vale contar com apoio especializado?

O apoio especializado vale quando o básico já está organizado e o escritório precisa de método para escalar, e cada frente pede um especialista diferente.

Na governança, as Escolas Superiores de Advocacia vão ampliar os conteúdos sobre IA dentro do plano nacional da OAB. Na tecnologia, a feira reúne mais de 180 marcas, e o guia da Fenalaw 2026 para sócios e gestores ajuda a organizar essas conversas.

Nossa parte está na ponta comercial, com a estruturação do processo de vendas, o uso de CRM para registrar a origem de cada cliente e o posicionamento do escritório no Google e nas IAs.

Perguntas frequentes sobre inteligência artificial na advocacia

O que a OAB diz sobre o uso de inteligência artificial na advocacia?

A OAB trata a inteligência artificial como ferramenta de apoio ao advogado, e não como substituta do julgamento profissional. A principal referência é a Recomendação nº 001/2024 do Conselho Federal, aprovada em novembro de 2024.

O documento se organiza em quatro diretrizes, que são legislação aplicável, confidencialidade e privacidade, prática jurídica ética e comunicação sobre o uso de IA generativa.

Na prática, ele orienta três cuidados centrais. Nenhuma atividade privativa da advocacia deve ser delegada a sistemas de IA, todo conteúdo gerado precisa de revisão humana e o cliente deve ser informado sobre o uso da tecnologia.

Em junho de 2026, o Conselho Federal lançou o Plano Nacional de Integração da Inteligência Artificial na Advocacia. O plano prevê consolidar as recomendações em um Código de Boas Práticas atualizado periodicamente, ampliar a capacitação pelas Escolas Superiores de Advocacia e embasar um provimento específico sobre o tema.

As regras de comunicação e publicidade da profissão, que também valem para o uso de IA no marketing do escritório, estão detalhadas no conteúdo sobre captação de leads para escritório de advocacia.

O que é Shadow IA?

Shadow IA é o uso de ferramentas de inteligência artificial por profissionais sem conhecimento, aprovação ou controle da organização em que trabalham. O termo deriva de shadow IT, expressão usada para softwares adotados fora da gestão da área de tecnologia.

O fenômeno é comum porque as ferramentas de IA generativa são baratas, fáceis de acessar e resolvem problemas imediatos de produtividade. O Work Trend Index 2024, da Microsoft e do LinkedIn, mostrou que 78% dos usuários de IA levam as próprias ferramentas para o trabalho, percentual que chega a 80% em pequenas e médias empresas.

Na advocacia, o risco principal envolve o sigilo profissional, já que dados de clientes podem ser inseridos em plataformas cujas políticas de uso e armazenamento não foram avaliadas. Há também perda de eficiência, com assinaturas duplicadas e prompts que não são compartilhados.

A resposta costuma combinar inventário das ferramentas em uso, política escrita e alternativas aprovadas pelo escritório. A segurança da informação no uso de IA aparece entre as tendências da Fenalaw 2026.

Quem responde por um erro de IA em uma peça jurídica?

O advogado que assina a peça responde pelo conteúdo, mesmo quando parte do texto foi produzida por uma ferramenta de inteligência artificial. A Recomendação nº 001/2024 do Conselho Federal da OAB estabelece que o julgamento profissional não pode ser exercido por sistemas de IA sem supervisão humana.

Entre os erros, o mais citado é a alucinação, que ocorre quando o modelo produz informações falsas com aparência verossímil, como julgados inexistentes, ementas alteradas ou dispositivos legais que não existem. Uma peça com esse tipo de falha pode gerar consequências processuais e apuração disciplinar perante a OAB.

A autorização do cliente para o uso da tecnologia não transfere a responsabilidade técnica. Por isso, escritórios que usam IA com frequência costumam definir quem revisa cada tipo de documento, qual nível de conferência cada tarefa exige e como fica registrado que a revisão aconteceu.

O funcionamento dos modelos de linguagem e a origem das alucinações estão explicados no conteúdo sobre o que é inteligência artificial.

O que deve conter uma política de uso de IA em escritório de advocacia?

Uma política de uso de IA em escritório de advocacia define quais ferramentas podem ser usadas, com quais dados, para quais tarefas e sob qual nível de revisão. O documento traduz as orientações da Recomendação nº 001/2024 da OAB para a realidade de cada operação.

Os elementos mais comuns em políticas desse tipo são estes:

  • Lista de ferramentas aprovadas e proibição de contas pessoais para dados de clientes.
  • Classificação das informações que nunca podem ser inseridas em sistemas externos.
  • Regras de revisão humana proporcionais ao risco, com conferência integral de citações de lei e jurisprudência.
  • Forma de comunicação ao cliente sobre o uso de IA no caso.
  • Registro mínimo de uso para garantir rastreabilidade.
  • Responsável pela atualização do documento e calendário de capacitação.

Escritórios menores costumam começar com uma versão de uma ou duas páginas e ampliar conforme novas ferramentas entram na rotina. Um roteiro de implantação em etapas aparece no conteúdo sobre as tendências da Fenalaw 2026 aplicadas ao escritório.

Quais palestras da Fenalaw 2026 tratam de governança de IA?

A governança de IA aparece em diferentes auditórios da Fenalaw 2026, nos três dias do evento. No congresso pago, os destaques incluem o painel sobre quem responde quando a IA erra, em 27 de outubro, e o painel sobre delegação e limites éticos quando a IA assume o caso, em 28 de outubro.

Outras sessões que tratam do tema na programação oficial são estas:

  • A masterclass sobre como montar agentes de IA com arquitetura, contexto, fluxo e governança, em 27 de outubro.
  • O case sobre estruturar o uso da IA em equipes jurídicas, na trilha de Legal Operations, em 28 de outubro.
  • A palestra sobre governança corporativa para gestão de risco e compliance ético e legal da IA, em 29 de outubro.

Nos palcos gratuitos, há sessões sobre rastreabilidade em áreas consultivas e sobre os limites da decisão humana.

A grade com horários das sessões abertas ao visitante está no conteúdo sobre a programação do Fenatalks na Fenalaw 2026.

Como medir o retorno da IA em um escritório de advocacia?

O retorno da IA em um escritório de advocacia é medido comparando indicadores operacionais e financeiros antes e depois da adoção. Os mais usados são tempo médio por tipo de tarefa, volume de retrabalho, prazo de resposta ao cliente, margem por contrato e horas liberadas para atividades estratégicas.

Tudo começa por registrar a linha de base antes de implantar qualquer ferramenta. Sem esse registro, a percepção de produtividade não se transforma em número que justifique novos investimentos.

O relatório Future of Professionals 2025, da Thomson Reuters, estima que profissionais jurídicos podem liberar perto de 240 horas por ano com IA. O mesmo estudo indica que organizações com estratégia de IA visível têm duas vezes mais chance de crescer receita com a tecnologia.

Para escritórios que cobram por hora, a medição também revela o efeito da eficiência sobre o faturamento.

A lógica de decidir com base em indicadores está detalhada no conteúdo sobre marketing data-driven.

Leve a pauta da Fenalaw 2026 para a rotina do seu escritório

A Fenalaw 2026 mostra que a IA na advocacia passou a ser questão de governança, dados e valor entregue ao cliente.

Se você quer entender como essa eficiência chega a quem procura um advogado no Google e nas IAs, assista à nossa palestra em 29 de outubro, às 13h20, no Fenatalks Inovação.

A agenda completa está em KonveX na Fenalaw 2026, e você pode passar no estande T39 ou falar com nossa equipe para conhecer nossa abordagem.

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