Fazer networking em eventos jurídicos é chegar com um mapa de quem procurar, uma apresentação de 30 segundos e um plano de retomada para os dias seguintes.
Na Fenalaw 2026, de 27 a 29 de outubro no Transamerica Expo Center, em São Paulo, esse preparo pesa porque são três dias de pavilhão cheio e poucos minutos para cada conversa.
Vamos estar do outro lado do balcão, como expositores no estande T39, e escrevemos este guia a partir do que vemos em feiras: boa parte dos contatos se perde entre o cartão trocado e a mensagem que nunca foi enviada.
Aqui você encontra o que a OAB permite nesse tipo de abordagem, como montar o pitch do escritório, qual cartão levar e o que escrever depois. A parte ética vem primeiro, porque ela define até onde cada conversa pode ir.
Networking em eventos jurídicos é relacionamento planejado entre pares, parceiros e fornecedores
Networking em eventos jurídicos é a construção de relações profissionais com outros advogados, departamentos jurídicos, fornecedores e parceiros de indicação, a partir de conversas em palestras, intervalos e estandes. Na advocacia, ele tem um limite próprio: a conversa pode informar e aproximar, mas não pode virar oferta de serviço.
Na prática, um networking produtivo em uma feira como a Fenalaw se apoia em quatro movimentos:
- Mapear, antes do evento, quem você quer encontrar e o motivo de cada encontro.
- Ter uma apresentação do escritório que caiba em 30 segundos e soe informativa.
- Levar um cartão, físico ou digital, com os dados que a OAB exige.
- Retomar cada conversa por mensagem nos dias seguintes, com um próximo passo concreto.
Logística, traje e perguntas para fornecedores estão no nosso guia Fenalaw 2026 para sócios e gestores. Aqui o foco é transformar uma conversa de corredor em relação de longo prazo.
Por que o networking em eventos jurídicos ainda pesa tanto na captação?
O networking pesa porque a indicação continua sendo a porta de entrada mais usada por quem procura um advogado, e muitas indicações nascem entre profissionais que já se conhecem.
No Legal Trends Report 2019, da Clio, 59% dos clientes afirmaram ter buscado a indicação de alguém conhecido antes de contratar um advogado. O mesmo levantamento, feito nos Estados Unidos, mostra que 57% pesquisaram por conta própria e 16% fizeram as duas coisas.
Quem indica advogados para outros advogados?
Advogados de áreas complementares. Um tributarista que atende empresas recebe demandas trabalhistas que não vai assumir e precisa saber a quem encaminhá-las com segurança.
Essa lembrança é disputada. O 1º Estudo Demográfico da Advocacia Brasileira, da FGV, registra 1.370.476 advogados inscritos na OAB até outubro de 2023, e 72% dos entrevistados atuam como autônomos.
O que acontece depois que alguém recebe a indicação do seu nome?
A pessoa pesquisa antes de ligar. Nos projetos que conduzimos com escritórios, vemos o mesmo comportamento se repetir: o contato feito na feira ou a indicação de um colega passam por uma busca no Google ou numa ferramenta de IA antes da primeira mensagem.
Se essa busca encontra um site desatualizado ou nenhuma menção ao escritório, a recomendação perde força no caminho, risco que tratamos no conteúdo sobre dependência de indicação para vender.
Antes de pensar em quem procurar, porém, vale entender o que a OAB permite dizer quando a conversa começa.
O que a OAB permite no networking em eventos jurídicos?
A OAB permite conversar, trocar contatos e entregar cartões em eventos de interesse jurídico, desde que a abordagem não configure captação de clientela nem oferta direta de serviços. As regras estão no Provimento 205/2021 e no Código de Ética e Disciplina.
O art. 3º, inciso V, do Provimento 205/2021 veda distribuir cartões e material de apresentação de forma indiscriminada em locais públicos, mas abre exceção expressa para eventos de interesse jurídico. Uma feira e congresso da advocacia como a Fenalaw se encaixa nessa exceção.
Já o art. 7º do Código de Ética e Disciplina proíbe oferecer serviços de forma que implique angariar ou captar clientela, direta ou indiretamente. É essa regra que separa o networking legítimo da prospecção irregular.
O que é permitido e o que é vedado na conversa?
Do lado permitido, estão condutas como estas:
- Apresentar o escritório, as áreas de atuação e a sua trajetória de forma informativa.
- Trocar cartões e contatos com quem demonstrou interesse em continuar a conversa.
- Discutir teses, tendências e problemas de gestão que escritórios diferentes enfrentam.
Já as práticas abaixo o Provimento 205/2021 veda de forma expressa:
- Mencionar honorários, formas de pagamento, gratuidade ou descontos como forma de atrair clientes.
- Usar expressões persuasivas, de autoengrandecimento ou de comparação com outros escritórios, conforme o art. 3º, inciso IV.
- Prometer resultados ou citar casos concretos para oferecer atuação profissional.
Como iniciar conversas em palestras e happy hours sem soar inconveniente?
O caminho mais seguro é começar pelo conteúdo que vocês acabaram de ouvir, e não pela apresentação do escritório. Uma pergunta como “o que você achou da parte sobre controladoria?” abre espaço para a outra pessoa falar primeiro.
Em happy hours, o trabalho entra na conversa quando o outro abre espaço, e o cartão só sai do bolso quando há motivo para retomar o assunto, a mesma lógica que descrevemos em captação de leads para escritório de advocacia com ética.
Quem procurar na Fenalaw 2026 para fazer networking?
Os contatos mais úteis em uma feira jurídica estão em quatro grupos, e o tamanho do evento obriga a escolher. Segundo a Análise Editorial, a edição de 2025 recebeu 15 mil participantes.
Para 2026, o material oficial dos palcos gratuitos informa mais de 180 marcas na área de exposição e mais de 200 palestrantes nas atividades abertas ao visitante.
Quais perfis entram no seu mapa de networking?
Um mapa enxuto cobre estes perfis:
- Advogados de áreas complementares, que podem trocar indicações com o seu escritório por anos.
- Diretores e gestores de departamentos jurídicos, que contratam escritórios externos e circulam pela feira como palestrantes e congressistas.
- Palestrantes das trilhas que interessam ao escritório, com quem a conversa depois da sessão já começa com contexto.
- Fornecedores de tecnologia e serviços, que conhecem dezenas de escritórios e sabem quem resolveu bem o mesmo problema que o seu.
Como encontrar essas pessoas antes de chegar ao pavilhão?
A programação oficial mostra quem fala, em qual dia e em qual auditório. Separamos as sessões mais relevantes na programação do Fenatalks na Fenalaw 2026.
Uma lista de cinco a dez pessoas prioritárias basta para os três dias. Mais do que isso vira uma maratona de conversas rasas.
Como criar um elevator pitch para apresentar o escritório em 30 segundos?
Elevator pitch é uma apresentação de cerca de 30 segundos que diz quem você é, para quem trabalha e que problema resolve. Na advocacia, ele precisa ser sóbrio, porque o Provimento 205/2021 veda expressões persuasivas e de autoengrandecimento.
O pitch serve para a outra pessoa decidir se vale continuar a conversa, e não para convencê-la.
Qual estrutura usar no pitch?
Quatro partes resolvem a maioria das apresentações:
- O seu nome e o escritório, ditos de forma simples, sem uma sequência de títulos.
- A área de atuação e o perfil de cliente, como empresas de serviços ou famílias com patrimônio a organizar.
- Um problema recorrente que o escritório ajuda a resolver, descrito com as palavras que o cliente usaria.
- Uma pergunta de volta, que devolve a palavra e transforma a apresentação em conversa.
Como fica um pitch na prática?
Um exemplo de cerca de 20 segundos: “Sou a Mariana, sócia de um escritório em Curitiba que atende empresas de serviços na área trabalhista. Boa parte do nosso trabalho é organizar rotinas de contratação para evitar passivo. E você, atua mais no contencioso ou no consultivo?”
Repare que não há nenhum adjetivo sobre a qualidade do escritório. A clareza sobre o público e o problema faz esse papel, como detalhamos no conteúdo sobre como criar uma proposta de valor. Com o pitch pronto, falta decidir o que entregar quando a conversa terminar.
Cartão de visitas de papel ou digital, qual levar ao evento?
Os dois formatos são permitidos e funcionam melhor juntos. O Anexo Único do Provimento 205/2021 admite cartão físico e eletrônico, inclusive com QR code que leve aos dados de contato ou ao site do escritório.
O que o cartão de visitas do advogado precisa conter?
Pelo mesmo anexo, o cartão deve trazer o nome ou nome social do advogado, o número de inscrição na OAB e o nome da sociedade, quando ele fizer parte de uma. Telefone, endereço físico ou eletrônico e QR code são itens opcionais.
Quando o cartão digital resolve melhor?
O QR code agiliza a troca em pé, no corredor, e leva direto ao site ou ao perfil profissional. O papel funciona melhor depois de uma conversa mais longa.
Em feiras, o problema raramente é o formato, e sim a falta de contexto. Anote no celular, logo depois de cada conversa, o assunto e o que ficou combinado, porque esse registro alimenta o follow-up.
Como fazer o follow-up do networking depois do evento?
O follow-up deve sair em até 48 horas, citar o assunto conversado e propor um próximo passo concreto. Depois disso, a sua mensagem compete com todos os outros contatos que a pessoa fez nos três dias de feira.
A régua dos clientes ajuda a calibrar essa janela. No Legal Trends Report 2019, a Clio ouviu 2 mil consumidores, e 79% disseram esperar resposta em até 24 horas ao procurar um advogado.
LinkedIn ou WhatsApp, qual canal usar?
O LinkedIn é o canal mais natural para retomar contatos profissionais feitos em eventos, porque o convite com nota já carrega o contexto da conversa. O WhatsApp cabe quando a própria pessoa ofereceu o número ou sugeriu continuar por lá.
Atenção ao canal escolhido: o Anexo Único do Provimento 205/2021 veda a mala direta para uma coletividade e só admite comunicações a pessoas de relacionamento ou que autorizaram o envio, sem oferta de serviços. Por isso, os contatos da feira não devem entrar em listas de transmissão nem em grupos criados sem consentimento.
O que escrever na mensagem de retomada?
Dois modelos curtos e específicos:
- No LinkedIn: “Olá, Ricardo. Conversamos ontem na Fenalaw, depois da palestra sobre controladoria, sobre a dificuldade de medir horas no contencioso. Fiquei de te enviar o modelo de planilha que usamos. Podemos falar 20 minutos na semana que vem?”
- No WhatsApp: “Oi, Fernanda, aqui é o Paulo, do escritório tributário com quem você conversou no café da Fenalaw. Como combinamos, te passo o contato do nosso parceiro trabalhista em Campinas. Se fizer sentido, apresento vocês por e-mail.”
Os dois entregam algo antes de pedir qualquer coisa. Registrar cada retomada em um CRM evita que a relação dependa da memória, como detalhamos no guia sobre como fazer follow-up B2B.
O que sustenta o contato depois da primeira mensagem?
A pesquisa que a pessoa faz sobre você no Google e, com frequência crescente, em ferramentas de IA, antes de responder.
Em um projeto com uma consultoria ambiental do Paraná, o trabalho de GEO e SEO levou o tráfego orgânico a crescer 812% em 14 meses, e a empresa passou a ser citada por IAs em buscas do setor.
Para escritórios, a lógica é a mesma: o contato da feira avança quando a presença digital confirma a primeira impressão.
Perguntas frequentes sobre networking em eventos jurídicos
Como fazer networking em eventos jurídicos?
Fazer networking em eventos jurídicos envolve três etapas: preparação, conversa e retomada. Na preparação, o profissional define quais perfis quer encontrar, como advogados de áreas complementares, gestores de departamentos jurídicos, palestrantes e fornecedores, e cruza esses perfis com a programação oficial do evento.
Durante o evento, as conversas tendem a render mais quando começam por um tema em comum, como uma palestra recém-assistida ou um problema de gestão, e não pela apresentação institucional do escritório. Uma apresentação curta, de cerca de 30 segundos, ajuda a outra pessoa a entender se faz sentido continuar o diálogo.
A retomada acontece nos dias seguintes, de preferência em até 48 horas, com uma mensagem que cite o assunto conversado e proponha um próximo passo concreto.
Em todas as etapas, a advocacia segue limites próprios, previstos no Provimento 205/2021 da OAB e no Código de Ética e Disciplina, que vedam a captação de clientela e a oferta direta de serviços. A organização da visita a uma feira de grande porte está detalhada no guia Fenalaw 2026 para sócios e gestores.
Advogado pode entregar cartão de visitas em eventos jurídicos?
Sim. O Provimento 205/2021 da OAB veda a distribuição indiscriminada de cartões de visita, brindes e material de apresentação em locais públicos, presenciais ou virtuais, mas faz uma exceção expressa para eventos de interesse jurídico, como feiras, congressos e seminários da advocacia.
O Anexo Único do mesmo provimento define o conteúdo do cartão: nome ou nome social do advogado, número de inscrição na OAB e nome da sociedade, quando o profissional integra uma.
Também pode incluir telefone, endereço físico ou eletrônico e QR code com acesso aos dados ou ao site, e pode ser físico ou eletrônico.
A exceção para eventos jurídicos não autoriza a oferta de serviços. A entrega do cartão continua sujeita às demais regras do provimento, que proíbem menção a honorários, descontos ou gratuidade como forma de captação e o uso de expressões de autoengrandecimento.
Na prática, o cartão costuma ser entregue ao fim de uma conversa em que houve interesse mútuo em manter contato. Os limites éticos da comunicação do escritório estão reunidos no conteúdo sobre captação de leads para escritório de advocacia.
Como se apresentar em um evento jurídico?
A apresentação em um evento jurídico costuma funcionar melhor no formato de elevator pitch, uma fala de cerca de 30 segundos com quatro elementos: nome e escritório, área de atuação e perfil de cliente, um problema recorrente que o escritório ajuda a resolver e uma pergunta que devolve a palavra ao interlocutor.
Essa fala deve ser informativa e sóbria. O Provimento 205/2021 da OAB veda, na publicidade profissional, expressões persuasivas, de autoengrandecimento ou de comparação, e essa lógica também orienta a apresentação pessoal em eventos.
Adjetivos sobre a qualidade do escritório, menções a resultados obtidos e referências a casos concretos tendem a soar como anúncio e a esfriar a conversa.
A clareza sobre o público atendido costuma substituir qualquer adjetivo. Dizer que o escritório atende empresas de serviços na área trabalhista, por exemplo, permite que a outra pessoa identifique na hora se há afinidade ou possibilidade de indicação mútua.
O raciocínio por trás de uma apresentação curta e clara está no conteúdo sobre como criar uma proposta de valor.
Como abordar palestrantes depois de uma palestra?
A abordagem a palestrantes costuma funcionar melhor quando parte de um ponto específico da apresentação, como uma pergunta sobre um dado citado ou um comentário sobre a aplicação do tema em outro contexto. Esse ponto de partida mostra atenção ao conteúdo e torna a conversa menos genérica.
Logo após a sessão, o palestrante costuma ser procurado por várias pessoas ao mesmo tempo, e conversas longas nesse momento tendem a ser interrompidas. Uma alternativa é fazer uma pergunta breve, pedir o contato e propor a continuidade do assunto nos dias seguintes ao evento.
Pesquisar o palestrante antes, pela programação oficial e pelo perfil profissional, ajuda a formular perguntas mais precisas. Em sessões curtas, é comum o palestrante permanecer perto do auditório por alguns minutos.
A retomada posterior deve mencionar a palestra e a pergunta feita, o que facilita o reconhecimento em meio aos contatos acumulados no evento. As sessões e horários da edição de 2026 estão organizados no conteúdo sobre a programação do Fenatalks na Fenalaw 2026.
Quanto tempo esperar para fazer o follow-up depois de um evento?
O intervalo mais usado como referência é de até 48 horas após o encerramento do evento. Nesse período, a outra pessoa ainda lembra da conversa, do contexto e do assunto combinado, o que aumenta a chance de resposta.
Depois de alguns dias, a mensagem passa a competir com dezenas de outros contatos coletados na mesma feira.
A expectativa de rapidez também aparece do lado dos clientes. No Legal Trends Report 2019, da Clio, 79% dos consumidores ouvidos afirmaram esperar resposta em até 24 horas ao entrar em contato com um escritório. O dado se refere a clientes, mas indica o padrão de tempo que o mercado considera aceitável.
Uma mensagem de follow-up eficiente cita onde e quando a conversa aconteceu, retoma o assunto tratado e propõe um próximo passo concreto, como o envio de um material, uma apresentação a um terceiro ou uma conversa curta na semana seguinte.
Registrar cada retomada em uma planilha ou CRM evita que contatos sejam esquecidos. O processo completo está descrito no conteúdo sobre como fazer follow-up B2B.
Como transformar contatos de eventos em indicações?
Contatos de eventos tendem a se transformar em indicações quando a relação continua depois da feira e quando cada parte entende com clareza o que a outra faz. Uma conversa isolada raramente gera indicação; a recorrência do contato e a troca de valor ao longo do tempo é que constroem confiança.
Na advocacia, as indicações mais frequentes entre profissionais acontecem entre áreas complementares. Um escritório tributário que atende empresas, por exemplo, pode encaminhar demandas trabalhistas a um parceiro e receber demandas fiscais em troca.
Para isso funcionar, as duas partes precisam saber exatamente qual perfil de cliente e qual tipo de caso cada uma atende.
Outro fator é a forma como o profissional indicado aparece na internet. Quem recebe uma indicação costuma pesquisar o nome do escritório antes do primeiro contato, e um site desatualizado ou a ausência de informações reduz a força da recomendação.
As indicações devem respeitar o Código de Ética e Disciplina da OAB, sem contrapartidas financeiras que caracterizem captação. Os riscos de concentrar a carteira nesse canal estão analisados no conteúdo sobre dependência de indicação para vender.
Coloque o estande T39 no seu roteiro de networking
Networking em eventos jurídicos rende quando a conversa tem mapa, apresentação sóbria e retomada em até 48 horas, sempre dentro do que a OAB permite.
Se a forma como o seu escritório aparece no Google e nas IAs entrou na lista de pontos a resolver, passe no estande T39 e conheça o Diagnóstico de Visibilidade Jurídica, que detalhamos em KonveX na Fenalaw 2026.
No dia 29 de outubro, às 13h20, falamos sobre o tema no palco Fenatalks Inovação, e quem preferir conversar antes do evento pode falar com nossa equipe.

Analista de Marketing na KonveX, Agência de SEO e Estruturação Comercial para serviços e indústrias. Formado em Comunicação e Multimeios pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), é especialista em SEO e GEO, atuando no posicionamento de empresas nos mecanismos de busca e em IAs por meio de estratégias técnicas e criação de conteúdo relevante.



