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Marketing digital funciona para indústrias com SEO, conteúdo técnico e GEO. Veja os mitos que travam o setor e as estratégias reais.

Marketing digital funciona para indústrias?

Neste conteúdo você vai ler:

Marketing digital funciona para indústrias quando usa as estratégias certas para o comprador B2B industrial: SEO técnico, conteúdo especializado e presença nas IAs generativas.

Marketing digital funciona para indústrias. Essa é a resposta direta. O que não funciona para indústrias é o marketing digital mal direcionado, copiado do varejo ou de consumo, aplicado sem entender as características do ciclo de venda B2B e do comportamento do comprador industrial.

A confusão entre as duas coisas é o que gera a crença de que o setor industrial é uma exceção onde o digital não se aplica. Indústrias que tentaram Instagram com posts de motivação, campanhas de tráfego pago genéricas e sites institucionais sem nenhuma estratégia de SEO chegaram, com razão, à conclusão de que marketing digital não serviu para elas. O problema não era o canal. Era a estratégia completamente inadequada para o perfil do comprador e do produto.

Ao mesmo tempo, indústrias de pequeno e médio porte que estruturaram presença orgânica com conteúdo técnico, posicionamento no Google para palavras-chave com intenção de compra real e processo comercial preparado para receber leads digitais estão gerando oportunidades de negócio de forma previsível e sem depender exclusivamente de indicação ou de feiras do setor.

A diferença entre os dois grupos não é o tamanho nem o segmento. É o entendimento de que marketing digital para indústrias segue uma lógica própria que precisa ser respeitada.

Neste artigo, separamos os mitos que ainda travam o setor industrial de adotar o marketing digital com seriedade, apresentamos as verdades que dados e experiência prática confirmam e mostramos quais estratégias realmente geram resultado para indústrias de pequeno e médio porte.

Por que o marketing digital ainda é visto com ceticismo no setor industrial?

O ceticismo em relação ao marketing digital em indústrias não é irracional. Ele tem origem em experiências reais de investimento sem retorno, promessas não cumpridas por agências generalistas e uma incompreensão estrutural do que o marketing digital pode e não pode fazer pelo setor.

O histórico de tentativas sem resultado

A maioria das indústrias de pequeno e médio porte que chegam até nós já tentou marketing digital antes. Contrataram uma agência, investiram em posts de Instagram, pagaram por tráfego pago no Google e esperaram que clientes chegassem. Em muitos casos, o resultado foi decepcionante: seguidores que não eram compradores industriais, leads de perfil completamente errado e faturamento que não se moveu.

Essa experiência cria uma percepção legítima de que o canal não funciona. O que raramente é questionado é a estratégia que foi usada. Agências que atendem varejo, restaurantes e e-commerce ao mesmo tempo raramente têm o conhecimento técnico necessário para produzir conteúdo relevante para um comprador industrial B2B ou para entender qual palavra-chave ele usa quando está pesquisando fornecedores.

A crença de que o comprador industrial não usa internet

Um dos mitos mais persistentes no setor: “nossos clientes são empresas sérias, compram por relacionamento e indicação, não ficam pesquisando no Google”.

A realidade contradiz isso com dados. Segundo pesquisa do Google e da Millward Brown, 89% dos compradores B2B usam a internet no processo de pesquisa de fornecedores antes de qualquer contato comercial. No setor industrial, esse número se mantém alto e cresce conforme a geração mais jovem de compradores e gestores assume posições de decisão.

O comprador industrial pesquisa especificações técnicas, compara fornecedores, lê artigos sobre o problema que está tentando resolver e muitas vezes já formou uma percepção sobre as opções disponíveis antes de ligar para qualquer vendedor.

A comparação com marketing de consumo como referência errada

Outro fator que distorce a percepção: a maioria dos exemplos de “marketing digital que funciona” que gestores industriais veem são de marcas de consumo, e-commerce e varejo. Métricas de curtidas, seguidores, alcance e engajamento parecem ser o padrão de medição.

Para indústrias B2B, essas métricas são irrelevantes. O padrão correto é completamente diferente: quantos leads qualificados chegaram pelo digital, qual foi o custo de aquisição por canal e quanta receita foi gerada por oportunidades com origem digital. Quando a indústria mede marketing com as métricas certas, o resultado parece muito mais sensato.

Mito 1: “indústria não precisa de marketing digital porque vende por relacionamento”

Esse é o mito mais enraizado e o mais caro para a indústria que o mantém.

Relacionamento é, de fato, um ativo comercial valioso no setor industrial. Compradores industriais têm histórico de fidelidade com fornecedores de confiança, ciclos de decisão mais longos e menor tendência de troca impulsiva de parceiros. Tudo isso é real.

O problema é confundir relacionamento como canal exclusivo com relacionamento como vantagem competitiva.

O que o relacionamento não resolve

Relacionamento não resolve o problema de visibilidade com novos compradores. Um potencial cliente que nunca ouviu falar da indústria não vai receber uma indicação espontânea de alguém da rede. Ele vai pesquisar no Google, comparar o que encontra e entrar em contato com quem aparece de forma relevante nos resultados.

Relacionamento não resolve o problema de escalabilidade. Uma rede de relacionamento, por maior que seja, tem limite. Quando a empresa quer crescer além do círculo de contatos existente, seja por expansão geográfica, por acesso a novos segmentos ou por redução da dependência de poucos clientes grandes, o relacionamento pessoal não chega onde o digital pode chegar.

Relacionamento não resolve o problema de previsibilidade. Indicações chegam quando chegam. Não há como planejar quantas vão aparecer no próximo trimestre. Marketing digital bem estruturado cria um canal de geração de demanda com volume previsível e custo mensurado.

O que acontece quando um concorrente investe antes

Indústrias que dependem exclusivamente de relacionamento enquanto concorrentes estruturam presença digital enfrentam um risco concreto: perder novos compradores para competidores tecnicamente inferiores mas digitalmente mais visíveis.

O comprador que pesquisa no Google “fornecedor de peças estampadas no sul do Brasil” não vai ligar para a indústria que não aparece nos resultados, por melhor que ela seja. Vai ligar para quem está visível. Relacionamento não resolve ausência de visibilidade.

Mito 2: “marketing digital é só para quem vende para consumidor final”

Marketing digital é frequentemente associado a B2C porque as campanhas mais visíveis, Nike, Apple, iFood, são todas de consumo. Mas o maior volume de investimento em marketing digital no mundo é B2B.

Segundo dados do Statista, o mercado global de marketing B2B digital movimentou mais de 200 bilhões de dólares em 2024, com crescimento consistente ano a ano. O setor industrial está entre os que mais crescem em adoção de estratégias digitais, justamente porque o comprador industrial passou a pesquisar online antes de qualquer contato comercial.

Como o marketing digital funciona diferente no B2B industrial

No B2C, o marketing digital foca em volume, frequência e estímulo emocional. O ciclo entre o anúncio e a compra pode durar minutos.

No B2B industrial, o marketing digital funciona como qualificador de fornecedor. O comprador usa canais digitais para pesquisar antes de decidir com quem vai falar. A empresa que aparece com conteúdo técnico relevante, que demonstra conhecimento do processo industrial e que tem presença consistente nos canais certos já está na lista de consideração antes de qualquer vendedor ligar.

Esse posicionamento é o que o marketing digital faz pelo setor industrial. Não vende diretamente. Posiciona a empresa como referência antes do processo comercial começar.

Mito 3: “redes sociais não funcionam para indústrias”

Essa afirmação tem uma parte verdadeira e uma parte que precisa de qualificação.

A parte verdadeira: Instagram, Facebook e TikTok têm retorno muito baixo para a maioria das indústrias B2B. O público dessas plataformas não é o comprador industrial em processo de avaliação de fornecedores. Investir pesadamente em produção de conteúdo para redes sociais de consumo como estratégia principal de marketing industrial é, de fato, ineficiente.

A parte que precisa de qualificação: LinkedIn tem alto retorno para indústrias B2B, e o argumento genérico de que “redes sociais não funcionam” frequentemente descarta o canal mais relevante junto com os menos relevantes.

Por que o LinkedIn é diferente para o setor industrial

O LinkedIn concentra compradores, gestores e diretores industriais que usam a plataforma ativamente para pesquisar fornecedores, avaliar a credibilidade de empresas e consumir conteúdo técnico do setor. O algoritmo favorece conteúdo técnico e de negócios, e o alcance orgânico ainda é significativamente maior do que em outras redes.

Uma indústria que publica conteúdo técnico consistente sobre o seu processo, sobre os problemas que resolve e sobre tendências do setor constrói reconhecimento de marca com o público correto sem investimento em mídia paga. Dois a três posts por semana com foco técnico, durante seis a doze meses, cria uma presença que influencia o processo de avaliação de fornecedores de compradores que a indústria nunca teria alcançado pelo relacionamento pessoal.

Mito 4: “nosso produto é técnico demais para o marketing entender”

Esse mito tem origem real em experiências com agências generalistas que produziram conteúdo superficial, tecnicamente impreciso ou irrelevante para o comprador industrial. A frustração é legítima.

A conclusão equivocada é generalizar que marketing não consegue traduzir produtos técnicos complexos em comunicação eficaz.

O que marketing industrial de qualidade faz com produtos técnicos

Marketing industrial bem executado não simplifica o produto até perder a precisão técnica. Ele traduz as especificações técnicas em linguagem que cada perfil de decisor entende e valoriza: para o engenheiro, fala de especificação e desempenho. Para o comprador, fala de prazo e disponibilidade. Para o diretor financeiro, fala de custo por ciclo e ROI da decisão.

Conteúdo técnico de qualidade sobre processos industriais, produzido com o rigor que o comprador industrial espera, é exatamente o tipo de conteúdo que mais ranqueia no Google e que as IAs generativas mais citam quando compradores pesquisam por fornecedores do setor. É o tipo de conteúdo que a maioria das agências generalistas não consegue produzir, mas que o marketing industrial especializado entrega.

A solução para o problema de profundidade técnica não é abandonar o marketing. É trabalhar com quem entende o setor.

Mito 5: “meus clientes compram por preço, marketing não muda isso”

A premissa de que clientes compram exclusivamente por preço é, quase sempre, um sintoma de posicionamento indefinido, não uma característica imutável do mercado.

Quando dois fornecedores oferecem o mesmo produto ou serviço sem nenhuma diferenciação visível, o preço é o único critério disponível para o comprador. Isso é uma falha de comunicação e posicionamento, não uma lei do mercado industrial.

Como o marketing cria critérios de decisão além do preço

Marketing industrial bem estruturado cria diferenciação antes da proposta comercial. Quando o comprador chegou ao contato da indústria depois de ler conteúdo técnico sobre o processo, entender a metodologia de qualidade e comparar abordagens, ele já formou uma percepção de valor que vai além do preço por unidade.

Esse comprador ainda negocia preço, naturalmente. Mas negocia com uma percepção de que aquele fornecedor específico tem algo que os outros não demonstraram ter: conhecimento técnico, transparência de processo e evidência de resultado.

A indústria que investe em marketing para construir essa percepção antes da proposta reduz a disputa por preço de forma mensurável. Não elimina a negociação, mas muda a posição de partida.

Verdade 1: o comprador industrial pesquisa antes de comprar

O comportamento de pesquisa do comprador industrial mudou de forma irreversível na última década, e a pandemia acelerou esse processo de forma significativa.

Segundo a Gartner, compradores B2B passam apenas 17% do tempo total do processo de compra em reuniões com fornecedores. O restante é pesquisa independente: leitura de conteúdo, comparação de alternativas, consultas internas e avaliação de especificações técnicas.

Para a indústria, isso significa que quando o comprador liga ou manda e-mail, ele já percorreu a maior parte do processo de avaliação sozinho. A empresa que não estava presente durante essa fase de pesquisa não existe para esse comprador, independentemente de quantos anos de relacionamento tem com outros clientes.

O papel do conteúdo técnico na pesquisa industrial

O tipo de conteúdo que o comprador industrial pesquisa não é conteúdo genérico de marketing. São especificações técnicas, comparativos de processo, guias de especificação e artigos que respondem dúvidas técnicas específicas do setor.

Uma indústria que publica conteúdo técnico sobre os problemas que seu produto resolve, os critérios de especificação corretos e os casos de aplicação em setores específicos está presente em cada pesquisa que um comprador potencial faz sobre aqueles temas. Essa presença cria familiaridade e credibilidade antes de qualquer contato comercial. Para entender como estruturar essa estratégia de conteúdo, veja o guia de SEO para indústrias e serviços.

Verdade 2: SEO gera leads industriais com alta intenção de compra

SEO para indústrias é a estratégia com maior potencial de retorno a longo prazo para PMEs do setor. O motivo é específico: o comprador industrial que pesquisa no Google usa termos muito específicos que revelam intenção de compra clara.

“Fornecedor de componentes plásticos para linha automotiva no sul do Brasil”, “empresa de tratamento superficial de metais certificada IATF em São Paulo”, “fabricante de parafusos em aço inoxidável com pronta entrega” são exemplos de pesquisas com volume menor do que termos genéricos, mas com intenção de compra muito mais clara.

Quem pesquisa com esse nível de especificidade já sabe o que precisa e está ativamente buscando fornecedores. A indústria que aparece nas primeiras posições para esses termos está capturando leads que já estão no fundo do funil de compra, sem custo por clique e sem depender de verba publicitária para manter o volume.

Por que a competição no SEO industrial é menor do que parece

A maioria das indústrias de pequeno e médio porte ainda não investiu em SEO. Isso significa que o espaço disponível para posicionamento orgânico em palavras-chave industriais específicas é muito maior do que em mercados de consumo, onde a competição já está estabelecida há anos.

Uma indústria que começa a investir em SEO hoje tem a oportunidade de construir posicionamento em termos com intenção real de compra antes que os concorrentes percebam a oportunidade. Esse é um janela que se fecha progressivamente à medida que mais empresas do setor adotam a estratégia.

Verdade 3: IAs generativas estão mudando como compradores avaliam fornecedores

Uma mudança recente com impacto direto no marketing industrial: compradores B2B estão usando ferramentas como ChatGPT, Gemini e Perplexity para pesquisar fornecedores e comparar soluções antes de qualquer contato.

Quando um gestor de compras pergunta ao ChatGPT “quais são os melhores fornecedores de embalagens industriais no Brasil” ou ao Gemini “como avaliar um parceiro de logística para distribuição nacional”, as IAs respondem com base no conteúdo que encontram indexado na web. Indústrias com conteúdo técnico publicado e bem estruturado aparecem nessas respostas. Indústrias sem presença digital são invisíveis.

Segundo dados da Salesforce de 2024, 65% dos compradores B2B já usam ferramentas de IA generativa como parte do processo de pesquisa de fornecedores. Esse número cresce com cada nova geração de profissionais que assume posições de decisão.

Para entender como estruturar essa presença nas IAs generativas, veja o artigo sobre GEO e como aparecer nas respostas das IAs.

Verdade 4: marketing digital reduz a dependência de feiras e eventos

Feiras industriais são caras, trabalhosas e com resultado difícil de mensurar. O custo de montar um stand, deslocar a equipe e participar de um evento de dois ou três dias pode representar meses de investimento em marketing digital com retorno muito mais previsível.

Isso não significa que feiras não têm valor. Têm. Mas o argumento de que “nosso setor vende em feiras” não justifica a ausência de presença digital. Ele justifica o uso de feiras como um canal entre vários, não como o único.

Marketing digital bem estruturado cria visibilidade permanente, 365 dias por ano, com custo que não depende de deslocamento, hospedagem e montagem de estande. Um comprador que pesquisa no Google às 22h de uma terça-feira encontra a indústria. Uma feira acontece duas vezes por ano.

A complementaridade entre digital e presença física

As indústrias que obtêm melhor resultado combinam os dois canais: constroem presença digital que gera reconhecimento de marca antes da feira e continuam nutrindo os contatos gerados na feira por meio de conteúdo digital depois do evento.

O lead que viu a indústria em uma feira, pesquisou no Google no dia seguinte e encontrou artigos técnicos relevantes tem probabilidade muito maior de avançar para uma proposta do que o lead que só viu o estande e não encontrou mais nada depois.

Verdade 5: marketing digital funciona melhor quando integrado ao processo comercial

Marketing digital industrial que gera leads sem um processo comercial preparado para recebê-los desperdiça o investimento. E processo comercial sem geração de demanda digital depende exclusivamente de prospecção ativa e relacionamento pessoal para alimentar o funil.

A combinação que gera crescimento previsível com marketing digital integra os dois: marketing digital atrai leads qualificados pelo canal orgânico, e o processo comercial converte essas oportunidades com eficiência.

Por que a integração é especialmente importante no B2B industrial

No B2B industrial, o lead que chegou pelo Google ou pelas IAs generativas tem um perfil diferente do lead prospectado a frio. Ele pesquisou, leu conteúdo técnico e decidiu entrar em contato. Abordá-lo com um script de prospecção fria é desperdiçar o trabalho que o marketing fez para colocá-lo no funil qualificado.

O time comercial que recebe leads orgânicos precisa entender a origem do contato, qual conteúdo o lead consumiu antes de entrar em contato e o que isso indica sobre o problema que ele está tentando resolver. Essa informação muda completamente a qualidade da abordagem inicial e aumenta a taxa de conversão de leads orgânicos.

Para entender como estruturar essa integração, veja o artigo sobre alinhamento entre marketing e vendas.

Quais estratégias de marketing digital realmente funcionam para indústrias?

Com os mitos derrubados e as verdades estabelecidas, a pergunta prática é: quais estratégias especificamente geram resultado para indústrias de pequeno e médio porte?

SEO com foco em palavras-chave de intenção de compra industrial

A estratégia com maior retorno a longo prazo. O objetivo é aparecer nas primeiras posições do Google para as palavras-chave que compradores industriais usam quando estão avaliando fornecedores, não apenas quando estão pesquisando informações genéricas.

A diferença entre “o que é tratamento térmico de metais” (intenção informacional, comprador ainda descobrindo) e “empresa de tratamento térmico de metais em São Paulo” (intenção de compra, comprador procurando fornecedor) é determinante para a estratégia de palavras-chave.

Indústrias que só produzem conteúdo informacional atraem visitantes que ainda não estão prontos para comprar. Indústrias que equilibram conteúdo informacional com páginas de serviço otimizadas para termos com intenção de compra geram leads dos dois perfis: os que estão descobrindo e os que estão decidindo.

Conteúdo técnico que demonstra expertise do setor

Artigos técnicos sobre o processo industrial da empresa, guias de especificação para compradores, comparativos de materiais ou processos e estudos de caso com dados de resultado são os formatos de conteúdo com melhor desempenho para indústrias B2B.

Esse conteúdo funciona por dois motivos simultâneos: ranqueia no Google porque responde perguntas técnicas específicas com pouca concorrência de resultado, e é citado pelas IAs generativas porque atende os critérios de precisão e cobertura abrangente que esses sistemas priorizam.

GEO para aparecer nas pesquisas de IA

Compradores industriais que usam ChatGPT ou Perplexity para pesquisar fornecedores recebem respostas baseadas no conteúdo que as IAs encontram publicado. Indústrias com conteúdo técnico bem estruturado, com definições claras e dados verificáveis, aparecem nessas respostas.

O esforço adicional para otimizar conteúdo para GEO é marginal: garantir que cada seção do conteúdo abre com uma resposta direta, que os conceitos principais estão definidos de forma explícita e que os dados incluem fonte identificada. Essas práticas servem simultaneamente para o Google e para as IAs.

Google Meu Negócio para visibilidade regional

Para indústrias que atendem mercados regionais, o perfil no Google Meu Negócio bem otimizado gera visibilidade nas pesquisas locais com muito menos esforço do que uma campanha de tráfego pago. Pesquisas como “metalúrgica em Maringá” ou “empresa de injeção plástica no Paraná” têm volume menor mas intenção de compra muito clara.

Um perfil completo, com fotos da planta industrial, descrição dos serviços com linguagem técnica correta, horário de funcionamento e respostas às avaliações recebidas, já gera visibilidade significativa nas pesquisas regionais com baixo custo de manutenção.

LinkedIn para reconhecimento de marca B2B

Para indústrias que querem ser reconhecidas como referência no setor, o LinkedIn orgânico é o canal de redes sociais com maior eficiência. Duas a três publicações por semana sobre processos, especificações técnicas, cases de aplicação e perspectivas do setor constroem autoridade com compradores, engenheiros e gestores que fazem parte do processo de decisão de compra.

O LinkedIn não gera leads diretamente na maioria dos casos. Gera reconhecimento que influencia a decisão quando o comprador está avaliando fornecedores e encontra a empresa tanto no Google quanto na sua timeline.

O que marketing digital não faz pela indústria

Com a mesma transparência com que afirmamos o que funciona, é necessário estabelecer expectativas corretas sobre o que o marketing digital não resolve no setor industrial.

Não substitui o processo comercial

Marketing digital gera leads. Processo comercial converte leads em clientes. Uma indústria sem processo comercial estruturado que investe em marketing digital vai gerar contatos que ninguém sabe abordar corretamente, com cadência de follow-up indefinida e sem critérios de qualificação documentados.

O investimento em marketing digital só gera retorno pleno quando o processo comercial está preparado para receber e converter os leads gerados. Para entender como estruturar esse processo, veja o artigo sobre como estruturar um processo comercial para serviços e indústrias.

Não gera resultado imediato

SEO e conteúdo são estratégias de médio e longo prazo. Os primeiros leads orgânicos consistentes chegam entre três e seis meses de estratégia bem executada. Indústrias que esperam resultado no primeiro mês vão se frustrar e, provavelmente, abandonar a estratégia antes de colher o retorno.

Tráfego pago gera resultado mais rápido, mas com custo por lead mais alto e sem acumulação patrimonial. A combinação que funciona para indústrias que querem crescer de forma sustentável é usar tráfego pago para geração imediata de demanda enquanto o SEO é estruturado em paralelo.

Não resolve problemas de produto ou de operação

Marketing digital traz compradores para avaliar a indústria. Se o produto tem problemas de qualidade, o prazo de entrega é inconsistente ou o atendimento pós-venda é ruim, o marketing vai apenas acelerar a chegada de clientes que vão embora insatisfeitos e deixar avaliações negativas que prejudicam o posicionamento.

Marketing funciona como amplificador. Amplifica o que já existe: indústrias com produto bom e processo bem estruturado crescem mais rápido com marketing. Indústrias com problemas operacionais visibilizam os problemas mais rapidamente.

Erros mais comuns quando indústrias tentam marketing digital

Contratar agência generalista sem conhecimento do setor industrial

O erro mais frequente e o mais custoso. Uma agência que atende varejo, restaurantes e indústrias ao mesmo tempo raramente tem o conhecimento técnico necessário para produzir conteúdo que o comprador industrial considera relevante ou para entender qual palavra-chave tem intenção de compra real no setor específico.

O resultado é conteúdo genérico, estratégia baseada em métricas de vaidade e ausência de retorno comercial após meses de investimento.

Começar por redes sociais antes de ter presença orgânica

Investir em produção de conteúdo para Instagram ou Facebook antes de ter site com SEO estruturado é colocar a energia no canal de menor retorno para o perfil do comprador industrial. O comprador B2B que está avaliando fornecedores pesquisa no Google, não rola o feed do Instagram procurando peças industriais.

A sequência correta é: site com estrutura técnica de SEO, otimização das páginas de serviço, produção de conteúdo técnico e, paralelamente, Google Meu Negócio e LinkedIn. Redes sociais de consumo podem vir depois, com expectativa de resultado proporcional ao perfil da audiência.

Medir resultado por curtidas e seguidores

Métricas de vaidade em contexto industrial são especialmente enganosas porque o público que curte posts de indústria raramente é o comprador que vai fechar um contrato de fornecimento. Uma indústria com 5.000 seguidores no Instagram e zero leads qualificados não está gerando resultado de marketing. Está gerando entretenimento.

As métricas que importam para o marketing digital industrial são: tráfego orgânico para as páginas de serviço, volume de leads qualificados por canal, custo de aquisição por origem e receita atribuída ao canal digital.

Parar o investimento antes do prazo de maturação

SEO industrial leva de três a doze meses para gerar leads orgânicos consistentes, dependendo da autoridade atual do site, da competitividade das palavras-chave e da frequência de publicação de conteúdo. Indústrias que investem por dois ou três meses, não veem resultado imediato e cancelam estão desistindo exatamente antes de a curva começar a inclinar.

Como trabalhamos marketing digital para indústrias na KonveX

Na KonveX, nossa especialização em serviços e indústrias não é um nicho de mercado. É uma decisão técnica que define como trabalhamos e o que conseguimos entregar.

Não produzimos conteúdo genérico para indústrias. Produzimos conteúdo técnico que o comprador industrial reconhece como relevante, que ranqueia para palavras-chave com intenção de compra real e que aparece nas respostas das IAs quando compradores pesquisam por fornecedores do setor.

Não medimos resultado em curtidas ou seguidores. Medimos em posicionamento para palavras-chave do ICP, leads orgânicos gerados por mês e, conforme o processo avança, receita atribuída ao canal digital.

Quando iniciamos um trabalho com uma indústria, o diagnóstico começa pela análise do comportamento de busca dos compradores do setor: quais termos pesquisam, qual é o volume real de cada palavra-chave e qual é o nível de competição para os termos com maior intenção de compra. Com base nisso, construímos a estratégia que faz sentido para aquele contexto específico.

Nossa Assessoria de Marketing cobre SEO técnico, produção de conteúdo técnico e GEO como um sistema integrado. Nossa Assessoria Comercial garante que o processo comercial está preparado para receber e converter os leads que o marketing gera.

Se você quer entender se o marketing digital faz sentido para a realidade específica da sua indústria e qual seria o prazo realista para os primeiros resultados, o diagnóstico gratuito é o ponto de partida. Sem compromisso e sem proposta antecipada. Fale com a equipe KonveX.

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